quarta-feira, 26 de setembro de 2018

ELFOS DE LUZ


Elfo é uma criatura mística da mitologia nórdica e céltica, que aparece com frequência na literatura medieval europeia.
Nesta mitologia os elfos chamam-se Alfs ou Alfr, também chamados de "elfos da luz" - Ljosalfr. São descritos como seres belos e luminosos, ou ainda seres divos, mágicos, semelhantes à imagem literária das fadas. De fato, a palavra "Sol" na língua nórdica era Alfrothul, ou seja: "o Raio Élfico"; dizia-se que por isso seus raios seriam fatais.
Se dizia na Alta Idade Média que eles eram responsáveis por curar as pessoas, uma dor repentina se invocava o Elfo para a cura.
Eram divindades maiores da natureza e da fertilidade. Os elfos são geralmente mostrados como jovens de grande beleza vivendo entre as florestas, sob a terra, em fontes e outros lugares naturais. Foram retratados como seres sensíveis, de longa vida ou imortalidade, com poderes mágicos e grande ligação com a natureza.

As mais antigas descrições de elfos vêem da mitologia nórdica. Eram chamados álfar, de singular álfr. Outros seres com nome etimologicamente relacionados a álfar sugerem que a crença em elfos não se restringe aos escandinavos, abrangendo todas as tribos germânicas. Essas criaturas aparecem em muitos lugares.
Shakespeare as imaginava como seres pequeninos, porém a mitologia original os descrevem como sábios, poucos centimetros menores do que a média humana (entre 1,70m a 1,73m contra 1,80m a 1,83m dos humanos), eram belos e supostamente imortais.


Literalmente, os elfos são gênios que, na mitologia escandinava, simbolizam o ar, a terra, o fogo e água.
No poema Völundarkviða, o herói ferreiro Völundr foi chamado "Governante dos Elfos" (vísi álfa) e "Rei dos Elfos" (álfa ljóði). A introdução em prosa desta obra também o identifica como filho dos fineses (finns), povo ártico respeitado por sua magia xamânica.
Na Saga de Thidrek, uma rainha humana descobre que o amante que a engravidou é um elfo e não um homem e depois dá à luz o herói Högni.
Na Saga de Hrolf Kraki, um rei chamado Helgi estupra e engravida uma elfa vestida de seda que era a mulher mais bela que jamais vira. A elfa dá à luz a meia-elfa Skuld, muito capaz em feitiçaria (seiðr) e quase invencível em batalha. Quando seus guerreiros caíam, ela os fazia erguerem-se de novo para continuar a luta. A única forma de derrotá-la era capturá-la antes que pudesse convocar seus exércitos, que incluíam guerreiros elfos. Skuld casou-se com Hjörvard, que matou Hrólfr Kraki.
Também o Heimskringla e na Saga de Thorstein, o Filho do Viquingue, relatos de uma linhagem de reis locais que governaram Álfheim, correspondente à atual província sueca de Bohuslän, cujos naturais desde então teriam sangue élfico e tinham a reputação de serem mais belos que a maioria dos humanos. O primeiro rei se chamou Alf (elfo) e o último, Gandalf (Elfo do Bastão, inspiração para o Gandalf tolkieniano).
Os elfos são também descritos como semideuses associados à fertilidade e ao culto dos ancestrais, como os daimones gregos. Como espíritos, os elfos podem atravessar portas e paredes como se fossem fantasmas, o que acontece nas Norna-Gests þáttr.
O mitógrafo e historiador islandês Snorri Sturluson referiu-se aos anões (dvergar) como "elfos da escuridão" (dökkálfar) ou "elfos negros" (svartálfar) e referiu-se aos outros elfos como "elfos da luz" (ljósálfar), o que frequentemente foi associado com a conexão dos elfos com Freyr, o deus nórdico do Sol (segundo Grímnismál, Edda Poética).
Na poesia e nas sagas nórdicas, os elfos são ligados aos Æsir pela frase muito comum "Æsir e os elfos", que presumivelmente significa "todos os deuses". Alguns eruditos comparam os elfos aos Vanir(deuses da fertilidade). Mas no Alvíssmál ("Os ditos do Conhecedor de Tudo"), os elfos são considerados diferentes tanto dos Vanir quanto dos Æsir, como mostra uma série de nomes comparativos na qual são dadas as versões dos Æsir, dos Vanir e dos elfos para diferentes palavras, refletindo as preferências de cada categoria.
É possível que haja uma distinção de estatuto entre os grandes deuses da fertilidade (os Vanir) e pequenos deuses (os elfos). Grímnismál relata que Frey (um dos Vanir) era o senhor de Álfheimr. O Lokasenna diz que um grande grupo de Æsir e elfos reuniu-se na corte de Ægir para um banquete. Menciona vários poderes menores, servos dos deuses como Byggvir e Beyla, pertencentes a Freyr, o senhor dos elfos, que eram provavelmente elfos, pois não são contados entre os deuses. Dois outros servos mencionados são Fimafeng (morto por Loki) e Eldir.
Um poema composto por volta de 1020, o Austrfaravísur ("Versos da Jornada para o Leste"), Sigvat Thordarson diz que, por ser cristão, recusou-se a entrar em um lar pagão, na Suécia, porque um álfablót ("sacrifício aos elfos") estava em curso. Provavelmente, tal sacrifício envolvia uma oferenda de alimentos. Da época do ano (próxima do Equinócio de Outono) e da associação dos elfos com fertilidade e ancestrais, pode-se supor que isso estava relacionado com o culto dos ancestrais e da força vital da família.
Saga de Kormák, por sua vez, relata como um sacrifício aos elfos podia curar um ferimento de guerra.
Considerando a tradição inglesa, a palavra elf do inglês moderno vem do inglês antigo ælf (pl. ælfe, com variantes como ylfe e ælfen). Originalmente, referia-se aos elfos da mitologia nórdica, mas também as ninfas dos mitos gregos e romanos foram traduzidas pelos monges anglo-saxões como ælf e suas variantes.
Elf-shot (ou elf-bolt ou elf-arrow, "flecha élfica") é uma palavra encontrada na Escócia e Norte da Inglaterra desde o século XVI, inicialmente com o sentido de "dor aguda causada por elfos", mas que depois passou a denotar pontas de flecha de pedra lascada, do neolítico, que no século XVII eram atribuídas pelos escoceses aos elfos e usadas em rituais de cura. Supostamente eram também usadas por bruxas (e, talvez, elfos) para causar mal a pessoas e gado. Tufos de cabelo embaraçado eram chamados elf-lock ("madeixa élfica") e supostamente causados por travessuras dos elfos. Paralisias repentinas eram às vezes atribuídas a golpes élficos.
A maioria dos elfos mencionados em baladas medievais inglesas são do sexo masculino e frequentemente de caráter sinistro, inclinados ao estupro e assassinato, como o Elf-Knight ("Cavaleiro Elfo") que rapta a rainha Isabel. A única elfa mencionada com frequência é a Rainha dos Elfos, ou da Elfland.
Já nos contos populares do início da Idade Moderna, os elfos são descritos como entidades pequenas, esquivas e travessas, que aborrecem os humanos ou interferem em seus assuntos. Às vezes, são consideradas invisíveis. Nessa tradição, os elfos se tornaram sinônimos das "fadas" originadas da antiga mitologia céltica, como os Ellyll (plural Ellyllongaleses.
Mais tarde, a palavra elf, assim como o termo literário fairy, evoluiu para denotar, em geral, vários tipos de espíritos da natureza, como spritepwccahobgoblinRobin Goodfellow, o brownie escocês e assim por diante. Esses termos não são mais claramente distinguíveis no folclore e passaram a ser equivalentes do igualmente genérico termo português "encantado".
Uma lenda diz que se alguém espalhar folhas de escambroeiro ou espinheiro-cerval (Rhamnus cathartica, em inglês blackthorn, de frutos purgativos) em um círculo e dançar dentro dele sob a lua cheia, aparecerá um elfo. O dançarino deve ver o elfo e dizer, Halt and grant my boon! ("Pare e me dê a bênção!") antes que ele fuja. O elfo atenderá então a um desejo.
Na literatura brasileira, há referências especialmente em novos autores de literatura fantástica. Aparecem em romances como A Chave da Harmonia: Rachaduras na Ordem, de Marcello Salvaggio, e Pelo Sangue e Pela Fé, de Cláudio Villa.
Já nas obras do ciclo de Melniboné, de Michael Moorcock, os habitantes deste reino são em diversos aspectos uma subversão dos elfos tolkienianos.

escritor britânico J. R. R. Tolkien (1892-1973) foi um dos primeiros a introduzir elfos na literatura, mais especificamente na literatura fantástica voltada ao público jovem. Em sua obra mais conhecida, O Senhor dos Anéis, Tolkien descreve elfos como sendo seres belos, sábios, poderosos, fascinantes, e com uma relação muito especial e profunda com a natureza, sendo a raça muito explorada nos três livros da série — sendo um dos personagens secundários mais importantes, Legolas Verdefolha, um elfo (representante da raça élfica na Sociedade do Anel). Inclusive o autor resgatou formas há muito inutilizadas da palavra Elf, Elfo em inglês, cujo plural era comumente Elfs. Em sua obra, Tolkien usava a variedade Elves, e a palavra acabou voltando aos dicionários. O mesmo aconteceu com DwarfDwarfsDwarves, Anão.

Na obra do escritor americano Christopher Paolini, autor de o Ciclo da Herança, fortemente influenciado por Tolkien, os elfos também são muito referidos, sendo descritos e explorados de uma maneira bem parecida com a do autor britânico. Na história de Paolini, quando os elfos chegaram ao Reino de Alagaësia, vindos do mar, já os dragões lá estavam. Julgando-os criaturas como as outras, próprias para caçar, um jovem elfo matou uma cria como se fosse um animal qualquer. Ultrajados com este comportamento da parte dos Elfos, deu-se início a uma guerra entre as duas raças. Os elfos eram orgulhosos, mágicos potentes, graciosos, belos e excelentes guerreiros, e os dragões, ferozes, grandes, perigosos e tão orgulhosos quanto estes, apesar de raramente fazerem magia. Um elfo chamado Eragon encontrou um ovo de dragão que pra ele eclodiu, criando um vinculo e afeição especial pelo dragão, ele mostrou que as duas raças poderiam viver em paz, com o passar do tempo, os elfos fizeram seu maior feito de orgulho, escreveram o encantamento que unia as duas raças para sempre, os dragões forneceram a energia necessária para o encantamento. Foi estabelecido um pacto: ambas as raças, unidas, se comprometeriam de ajudar a preservar a paz e a harmonia por toda a Alagaësia, sendo criado, dessa forma, os Cavaleiros de Dragão (séculos mais tarde, os humanos também foram incluídos nesse pacto).
Na saga de Paolini, os elfos vivem em Du Weldenvarden, uma mítica e misteriosa floresta ao norte de Alagaësia, e são conhecidos pelas suas orelhas pontiagudas. São mais resistentes que os humanos e têm capacidades físicas muito melhores que estes. Chamados de "O Belo Povo", são de facto tão belos que dificilmente se distingue o rosto de um homem de uma mulher. São vegetarianos e sofrem com os danos provocados na natureza. Dominam a magia desde cedo e conseguem alterar a sua aparência. Também sabem manobrar armas com grande destreza, e preferem arcos ou espadas. Podem viver eternamente, salve guardo quando são acometidos por uma doença que seus meios mágicos e seu conhecimento não consiga curar, são hoje um reflexo da população que outrora foram, criaram varias construções por toda a Alagaësia. É raro haver crianças elfas. Anualmente, cantam à sua floresta de maneira a crescer e quase todos os locais estão protegidos por encantamentos poderosos.

Maya Shanti
CONSCIÊNCIA CÓSMICA

terça-feira, 25 de setembro de 2018

TENHA FÉ À MEDIDA QUE VOCÊ AVANÇA

SABEDORIA DOS ANJOS canalizada por Sharon Taphorn

25 de Setembro de 2018

CONFIANÇA


Acredite em si mesmo e confie em sua intuição, independentemente do que esteja acontecendo ao seu redor. Confie no seu conhecimento interior no seu sentido mais verdadeiro, pois este é o seu sistema de orientação que lhe mostra o caminho. Você está se dirigindo para um novo território, e seu próprio sistema de navegação é aquele com o qual você deve contar enquanto você forja essa nova fronteira.

Você é guiado por seres amorosos e benevolentes de luz e eles querem que você tenha esta incrível jornada. Confie em seu sentimento interior, pois eles são os que estão destinados a você. Embora outros em sua vida geralmente sejam bem intencionados em seus conselhos, este é o momento em que é mais importante que você confie em si mesmo e em seus próprios pensamentos e sentimentos.

Pensamento para hoje: Levante-se, líder da luz. Você está pronto para isso, é a sua hora de brilhar. Tenha fé e siga seu coração.

E assim é

Você é muito amado e apoiado, sempre
Os Anjos e Guias
Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,Děkuji

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

CONSCIÊNCIA CÓSMICA

QUANDO VOCÊ LIBERA, CRIA ESPAÇO PARA COISAS MELHORES

SABEDORIA DOS ANJOS canalizada por Sharon Taphorn

24 de Setembro de 2018

LIBERE


Se você se concentrar no passado, ou em mágoas passadas, ou no que poderia ter sido, você continuará a sofrer. Quando doer,observe, tem algo para lhe ensinar que você ainda não compreendeu. Em seguida, concentre-se no presente, concentre-se na lição e continue a crescer. Se você ficar no passado, você não cresce.

Pessoas felizes constroem a partir do interior e seguem de lá. As pessoas infelizes olham para fora de si e culpam os outros. Não se perturbe com o que você não pode controlar e lembre-se de que você só pode controlar a si mesmo e as suas reações à vida. Não gaste mais um minuto pensando demais, analisando demais ou julgando qualquer coisa. Deixe ir e seja livre.

Pensamento para  hoje: É somente no momento presente que você poderá encontrar a paz e ser verdadeiramente livre. Nunca há um tempo em que não seja esse momento. Deixe de lado o passado, esteja presente e seja livre.

E assim é

Você é muito amado e apoiado, sempre
Os Anjos e Guias
Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
Thank you, Mahalo, Merci, Gracias, Vielen Dank, Grazie, Спасибо, Obrigado, 谢谢, Dank, 謝謝, Chokran,Děkuji
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

CONSCIÊNCIA CÓSMICA

O PONTO INTERIOR, O PONTO ZERO DO EQUILÍBRIO INTERIOR

Mensagem dos Conselhos Intergalácticos/Conselho dos Nove

Através de Galaxygirl


25 de Setembro de 2018


Saudações, humanidade. Nós somos o conselho intergaláctico dos avanços planetários, estendendo nossas mãos em saudação a vocês neste dia do equinócio de primavera, quando o equilíbrio é alcançado por um momento apenas em seu reino planetário. Este é o melhor momento para todos vocês praticarem o ponto interno, o ponto zero do equilíbrio interior, a paz interior neste momento de equilíbrio mais perfeito. Mesmo quando tudo parece desequilibrado, não é necessariamente o caso, pois o equilíbrio é um estado de ser, uma escolha. Assim como vocês podem escolher ser um ser humano estressado, vocês podem escolher ser um ser humano tranquilo, não importa o que esteja girando em torno de vocês, vocês têm a escolha de escolher o ponto de quietude interior.

Nós viemos de um espaço sem tempo, de quietude, e deste ponto somos abençoados, afortunados por podermos observar atentamente e vemos vocês, humanos, recebendo bem essas novas energias do equinócio de primavera, e agora através desta transmissão enviamos um impulso adicional de “suco” de energia como vocês podem dizer e os encorajamos a reivindicar esta atualização, este avanço da integração do ponto zero. Pois isto é algo que a humanidade esqueceu e estamos incentivando-os a lembrar, pois é uma parte importante de seu avanço ao longo da  interminável espiral de ascensão, de experiência e de se reunir novamente com seus aspectos mais elevados.

Imaginem duas pirâmides se equilibrando em seus pontos de ascensão. Imaginem e sintam o espaço entre elas enquanto elas equilibram suas formas massivas perfeitamente nos pontos de ascensão de uma a outra. Assim são vocês, esse sentimento de equilíbrio, de escolher amar em vez de se preocupar, de ter medo, carência - não o jeito antigo, o sinal de desarmonia e desequilíbrio. Sintam o ponto de equilíbrio dessas pirâmides maciças dentro do seu plexo solar; sua sólida pirâmide de ancoragem aos seus pés e sua pirâmide de ascensão flutuando dentro de vocês, descendo dos planos dos reinos e espaços mais elevados, apontando para baixo, encontrando-se no meio.

Muita tensão parece estar nos espaços intermediários dos humanos que vemos. É por isso que muitos de vocês comem excessivamente ou têm disfunção sexual. É hora de inspirar esse novo ponto de equilíbrio, de harmonia e de paz interior. Isto é o que o equinócio de primavera pode ser, se vocês escolherem aceitar nossas palavras e o fluxo de energia neste momento.

Nós somos o Conselho dos Nove, dos espaços ascensionados. Nossas formas podem não ser familiares ao seu mundo, mas nossas energias são familiares, não são? Talvez elas os lembrem do Lar, e talvez muitos de vocês estejam ansiando por aquele espaço do Lar novamente. Queridos, esse espaço do Lar está dentro de vocês. É por isso que vocês estão aqui agora. Para trazer o seu lar, sua experiência da Nova Terra para a preciosa Gaia, para ajudar em sua cura e, simultaneamente, isto trará a sua. O equilíbrio interior deve ser alcançado neste momento de ascensão planetária. Isto ajudará Gaia em seus sistemas climáticos, em seu ponto de equilíbrio, na estabilização de seus pólos e com a onda que chega. Alinhem as energias mal orientadas e as enviem a este ponto de equilíbrio encerrado no fogo violeta e nos códigos cristalinos de ascensão e elas se fundirão.

É o momento de usar o seu poder coletivo de intenção, de força de luz, de coragem, de amor. É hora de ter humanos fortes neste momento, nossa preciosa equipe terrestre, a equipe de ancoragem das equipes terrestres. Encontrem a sua voz. Reivindiquem o seu poder. E a paz deste dia de equilíbrio interior estará com vocês sempre que isso for sua intenção. Aceitem estes códigos de luz, estes códigos de ascensão de equilíbrio neste precioso dia e renasçam. Pois enquanto as energias giram ao seu redor, vocês - vocês - são o ponto zero- o olho da tempestade que vê tudo, que é a grande testemunha, mas a grande âncora da luz na situação. Ancorem a sua luz, sua força interior e enviem-na para Gaia para sua cura. Ancorem. Respirem. Sejam a luz.

Nós somos o Conselho dos Nove, mas há muitos, muitos outros conselhos enviando sua luz de amor com esta transcrição também neste momento, pois somos muitos, somos amor e luz e nós ansiosamente gostamos de nos conectar com nossos alunos ancorados e enviar nossas bênçãos durante este momento mais auspicioso da grande renovação, de renascimento. A telecinesia está chegando, mas vocês devem começar primeiro com seus próprios pedregulhos internos, suas próprias pirâmides internas para que o equilíbrio interno perfeito seja alcançado e só então seus outros poderes de equilíbrio e movimento de objetos serão liberados, revelados e redescobertos. Nós somos o Conselho dos Nove e muitos outros enviam luz de amor e força de equilíbrio através deste mensageiro hoje. Nós somos. Vocês são. Nós somos Um. Fiquem em paz.
Galaxygirl


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Tradução: Regina Drumond - reginamadrumond@yahoo.com.br

CONSCIÊNCIA CÓSMICA

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

HISTÓRIAS DE INICIAÇÃO: Segunda Parte

Mensagem de RaHoTep, o Iniciado

Canalizado através de Suzanne Lie

24 de Setembro de 2018


Eu vi as névoas de Vênus sobre mim. Eu vi a flora e a fauna do meu amado Lar enquanto elas flutuavam ao meu redor em amorosas boas-vindas. Cores e sons harmoniosos ecoavam a cada movimento.
     “Uma festa de boas-vindas formou um caminho que nos levou à entrada principal da Cidade de Cristal. Meu Complemento Divino escorregou em minha forma quando nos tornamos Um novamente para o nosso retorno. Portões de cristal translúcidos se abriam quando nos aproximamos deles, e um caminho dourado iluminou nosso caminho até o centro da cidade.
     O Templo Dourado da Sabedoria foi criado em esplendor cintilante no final do caminho no topo de uma colina. As portas estavam abertas, aguardando nossa entrada. Mesmo que pudéssemos ter nos disposto instantaneamente ao nosso destino, apreciamos a jornada e a comunidade dos outros, por isso escolhemos viajar nos mesmos movimentos de natação / vôo que os que estão ao nosso redor.
     “Eventualmente, nos encontramos diante do poderoso Sanat Kumara, o Logos Planetário da Terra e Regente de Vênus. Rami Nuri e Djwhal Khul, como seus conselheiros, estavam de pé ao lado dele. Os Complementos Divinos dos três fluíram dentro deles. Eles eram andróginos. Eles estavam completos!
     “Eu me curvei diante deles e Sanat Kumara me entregou uma jóia. A jóia era diferente de tudo o que eu já conhecera. Era mais uma vibração do que uma substância, mas tinha beleza e forma. Eu peguei a jóia em gratidão e segurei em meu coração.
     “Meu complemento e eu passamos o que parecia uma vida inteira em Vênus. Nós vivemos, amamos e morremos. E então comecei a sentir um impulso. Eu sabia que o impulso era o meu destino. Era a Terra. Ela estava me chamando para voltar à minha vida da terceira dimensão para poder cumprir meu destino ali.

Eu tive que voltar para o corpo para viver. A tristeza dessa percepção abalou minha alma, mas me lembrei do meu compromisso. Eu disse que ficaria na Terra. Portanto, eu tive que retornar, antes que fosse tarde demais para salvar a vida da minha forma da terra.
     “A densidade repentina do sarcófago foi um choque. Como eu poderia ter retornado tão rapidamente sem nem mesmo um adeus? E então meu coração sentiu o amor do meu Lar e do meu Complemento Divino. Sim, não houve adeus, pois eu o manteria em minha consciência, mas e o sarcófago? Havia ainda menos oxigênio e agora eu era totalmente fisico.
     "Como você abre o sarcófago?"
     “A terceira pergunta foi traduzida em meu coração. Sim, no meu coração estava a resposta - a jóia - a vibração da jóia levantava a tampa. E então, quando concentrei minha atenção na jóia em meu coração, ouvi meu primeiro som físico desde que as três perguntas foram expressas para mim há uma vida atrás. O som foi da tampa do sarcófago subindo lentamente. Senti o oxigênio correndo em meu socorro. Como um recém-nascido, eu respirei pela primeira vez e me sentei.
     "Você está livre!", Ouvi Thoth dizer em egípcio, minha língua nativa.
***
     “Depois de semanas contemplando minha iniciação, percebi que minhas lições agora estavam em encontrar o “espiritual ”que habita no “físico”, em vez de apenas no“ espiritual ”. Eu disse isso aos meus professores e eles concordaram com a minha decisão. Eu me retirei para minha pequena cela para meditar e senti meu Guia Interior vir até mim imediatamente.
     “Oh, amado Radula, me ajude. Como posso realizar essa parte do meu destino?
     "Você deve deixar o templo."
     "'Não, não! Como posso? Será como sair de casa ", eu chorei.
     "'Exatamente", respondeu meu guia. "Chegou o momento em que até os filhos do Um devem deixar a segurança do lar para encontrar uma nova vida. Sua hora é agora!
     Acordei da minha meditação com uma sensação de ansiedade. Onde eu deveria ir? Como eu poderia me unir e me ancorar no mundo físico? Eu aprendi a me unir e a me entregar ao mundo espiritual, mas havia muitos professores para me ajudar. Agora eu ficaria sozinho.
     No Caminho Espiritual, houve um desejo, uma chamada para o Lar. Mas agora, sentia-me obrigado mais pelo dever do que pelo amor e pelo desejo, e sabia que devia deixar o templo. A vida ali era muito protegida e minha tarefa não poderia ser completada naquele ambiente. O templo era apenas parcialmente físico e, portanto, apenas parcialmente meu lugar de propósito.
     “Suponho que poderia ter ficado lá, mas levaria muito mais tempo para realizar minha tarefa de ancorar meu espírito na matéria. Como se diz no físico, “o tempo é da essência”. Eu não sabia quanto tempo poderia manter meu compromisso com um Caminho que era tão desafiador para mim. Mesmo na sagrada vibração do Templo, a baixa vibração da terceira dimensão tendia a distorcer as visões da minha Iniciação.

Eu sabia que deveria correr o risco de me aventurar no mundo enquanto minhas lições ainda estavam fortes em minha memória - "quanto maior o risco, maior a vitória". E, o mais importante, eu tinha que seguir minhas instruções internas.
     “Então, com lágrimas no coração, despedi-me de tudo o que conheci e amei. Eu não podia esperar que meus muitos amigos e companheiros entendessem por que eu tinha que partir, já que mal me entendia. Apenas Radula entendeu. Então, sem olhar para trás, deixei meu amado Templo, talvez, para sempre.
     Mas o que significava para sempre? Agora que eu tinha viajado além do tempo, muitas palavras não tinham significado. Como eu poderia me relacionar com as pessoas do mundo quando mal conseguia me relacionar com as regras do plano físico? Muitas perguntas encheram minha mente quando deixei meu amado Templo atrás de mim.
     “Os primeiros seis meses poderiam ter sido anos ou eternidades. Minhas muitas atividades eram inconsequentes demais para serem notadas. As responsabilidades mundanas da vida eram incontroláveis ​​para mim. Eu nunca havia aprendido como cuidar de mim mesmo no mundo. Conseguir preparar a comida e encontrar um lugar para dormir foi uma nova experiência.
     Todas as minhas necessidades físicas eram atendidas no Templo. Agora que eu estava sozinho em um mundo estranho à minha mente, tudo se tornou uma tarefa e um esforço. Como eu poderia desejar, muito menos ganhar, um senso de unidade com uma vida que eu nem poderia começar a entender?
     “Muitas vezes duvidei do meu propósito, bem como da minha sanidade. De fato, muitos acreditavam que eu havia fracassado na minha iniciação e tinha sido lançado nas ruas, em vez de partir por livre e espontânea vontade. Eles não conseguiam entender por que eu tentaria essa tarefa desconhecida.
     Um sacerdote deveria ficar no Templo. Ele não deveria sair às ruas para ajudar as pessoas. As pessoas deveriam ir ao Templo quando precisassem de ajuda. E, se não conseguissem chegar ao Templo, não receberiam a ajuda. Era a vontade dos deuses e as pessoas não questionavam.
     Na verdade, descobri que eles não questionavam nada, exceto se eu era ou não louco. Eu estava tentando algo que nunca tinha sido feito, e isso os assustou. No entanto, no lado positivo, tive uma sensação interior de que estava seguindo o meu destino. Portanto, continuei em meu novo caminho.
     “Finalmente, encontrei um vale maravilhoso. A energia lá era diferente de qualquer outro lugar que eu tivesse experimentado. Nesse vale, pude sentir algumas das altas vibrações que conheci na vida do Templo, mas elas eram diferentes. Talvez estivessem mais ancoradas na terra, como eu estava aprendendo a estar.
     Eu encontrei grande alegria em vagar pelas colinas perto do meu acampamento. Havia um pequeno lago com uma magnífica árvore ao lado. Passei longas horas em meditação debaixo daquela árvore. As energias da Deusa começaram a entrar na base da minha coluna. Pela primeira vez em minha vida, senti que era um membro do plano físico.
Comecei a conseguir um relacionamento com a Natureza que era desconhecido no Templo, onde constantemente nos esforçávamos para deixar nossos corpos e viajar para os outros mundos. Eu estava começando a entender o significado da minha diretiva interna.
     “Algumas pessoas se reuniram em torno de mim, embora nem elas nem eu entendêssemos por quê. Eu vivia de forma muito simples e em harmonia com o meu ambiente. As pessoas me traziam comida e eu as curava ou ouvia. Existe uma diferença entre os dois?
     Uma estranha paz crescia dentro de mim, muito parecida com a paz do vale. Eu passei a minha vida encontrando uma conexão com o Espírito, e agora eu estava descobrindo uma conexão com a terra. Eu descobri que estava começando a gostar disso.

“As pessoas que vieram para mim eram especiais. Eu estava perto o suficiente da cidade para que essas pessoas soubessem que eu havia passado pela minha iniciação. Eles também acreditavam que eu havia falhado e que tinha que deixar o Templo.
     No entanto, eles ainda vieram, escolhendo ouvir uma voz interior e ignorando as vozes externas dizendo-lhes que eu era louco. Alguns saíram por curiosidade e logo foram embora. A maioria, no entanto, veio por causa de um chamado interior, e foram eles que ficaram.
     “Gradualmente, as pessoas começaram a trazer suas esteiras de dormir ou tendas simples e acamparem comigo. Nossa vida era muito pacífica. Nós nos levantávamos ao amanhecer para saudar o Sol. Nossas cerimônias eram simples e individuais. Cada pessoa encontrava um lugar e saudava o sol daquele espaço a cada amanhecer. Eu não sabia como eles o saudavam, pois eu estava ocupado e decidira não observá-los.
     Se eles me contassem, o que geralmente faziam, eu escutava sem comentar. Quando eles pediam a minha opinião, eu os encaminhava à sua orientação interior. Eu dizia a todos que sua voz interior os guiara para mim e continuaria a guiá-los. Eu agia meramente como intérprete. Assim como eles foram levados para lá, eles acabariam sendo levados embora.
     Eu permanecia amoroso, mas desapegado. Eu sabia que minha lição terrena era ficar longe de qualquer aclamação pública. No entanto, temia que parte da minha lição fosse enfrentar o desafio do sucesso e da adulação.
     “Nós comíamos o que vinha até nós e ficávamos tão gratos por uma refeição magra, como ficávamos com uma festa. Sabíamos que a comida era de um sabor que poderia corromper. Aprendemos a não nos apegarmos a isso. Quando as pessoas aprenderam a se curar, geralmente desejavam aprender a curar os outros.
     Eu tinha certeza de que essas pessoas extraordinárias vieram aprender e não meramente serem curadas. Algumas se lembravam muito do que eu ensinava e outras não conseguiam reter o que haviam aprendido. Permanecia flexível para não repetir o que eles já sabiam ou forçá-los demais a aprender novas informações.
 
     “Depois de um ano ou dois, o grupo aumentou para cerca de cinquenta pessoas. Alguns vinham apenas de vez em quando, alguns regularmente, e cerca de vinte pessoas moravam lá. Senti uma inquietação começando a se agitar dentro de mim, mas não sabia o que era. Eu sabia que algo estava prestes a mudar, mas não tinha certeza se era meu corpo, meu ambiente ou até mesmo minha consciência.
     Infelizmente, eu também sabia que essa mudança não seria fácil, e eu teria que avisar os vinte que moravam comigo. Eu sabia que certos membros da cidade estavam preocupados com o que estávamos fazendo. Eu precisava estar pronto para me mudar a qualquer momento.
     “Eu finalmente disse aos vinte que era hora de partir. Eu podia sentir o crescente descontentamento da cidade. Como vivíamos de maneira tão simples, eles se recusavam a acreditar que éramos da Luz. Ouro e jóias cercavam os sacerdotes do Templo.
     Se os deuses estavam do nosso lado, por que não recebíamos riquezas materiais? Os membros da cidade acreditavam que não poderiam ter poderes espirituais sem riquezas. Como era improvável que eles possuíssem essas riquezas, eles continuariam a acreditar que precisavam ir aos deuses em busca de poder, já que nunca poderiam encontrar poder se interiorizando.
***
     “Infelizmente, eu fiquei muito tempo. Muitas pessoas zangadas e amedrontadas vieram a nós durante a noite. Quatro dos vinte foram mortos e dez ficaram feridos. Os seis restantes escaparam na noite. Os dez feridos dez e eu voltamos às terras para nos curarmos. Apesar de muita violência, eu estava ileso. Eu não sabia por que. Talvez ainda houvesse alguma proteção maior em ação. Eu sabia que os seis que fugiram não voltariam.
     Eu senti sua desilusão. Muitos dos que não viviam conosco também estavam desiludidos ou com medo. Um número de amigos leais encontrou psiquicamente nosso esconderijo e nos trouxe comida, água e notícias da cidade. Alguns sentiram que era sua tarefa permanecer na cidade e continuar o trabalho de maneira silenciosa, e o resto seguiria em frente conosco quando todos estivessem curados.

“Descobri como era difícil manter minha crença no livre arbítrio e aceitar o amor diante de tal adversidade. No Templo, o ambiente e as superstições sobre os deuses e seus sacerdotes nos protegiam. Aqui, toda a minha proteção estava dentro de mim, e eu sempre tive que sentir isso para poder proteger os outros. Eu me sentia responsável pelas mortes e pelos ferimentos.
     Se eu tivesse agido de acordo com o meu estímulo interior mais rapidamente, eu poderia ter evitado qualquer dano. Essa foi uma lição difícil de aprender. Eu teria que lembrar de reagir instantaneamente à minha orientação interior. Eu não estava no templo, a terra da instrução gentil. Podia haver apenas um aviso, e as conseqüências podiam ser implacáveis ​​se alguém não prestasse atenção.
     “Nossa pequena comunidade perturbou o senso de realidade da população e eles reagiram de maneira assustadora e violenta. Eu aprendi da maneira mais difícil que o meu trabalho tinha que ser feito em silêncio, longe daqueles que eram incapazes de aceitar uma nova realidade.
     Aprendi que aqueles que não conseguiam encontrar conforto em suas próprias crenças se sentiriam ameaçados por novas idéias. É preciso primeiro encontrar o núcleo de sua própria verdade antes de aceitar outra. Antigas bases devem ser arrancadas antes que novas sejam colocadas. As pessoas que nos prejudicaram não eram más. Elas estavam com medo.
      “Quando começamos a avançar, alguns do grupo decidiram ficar para trás. Eu falei com todos eles, individualmente e em grupo. A maioria compreendeu o que havia acontecido e até ficaram aliviados ao saber que eu era humano. No entanto, alguns estavam procurando por um deus e não suportavam saber de minhas fragilidades. Essas pessoas não viriam conosco.
     Eu tinha decidido sempre discutir minhas emoções e dúvidas humanas com o meu grupo. Isso me ajudou a entender a parte humana de mim mesmo, e também me protegeu contra a adulação dos membros do grupo. Eu não queria ter o fardo de ser o deus de ninguém. Eu era apenas um professor e um guia. Compreendi a partir do meu trabalho no Templo que a humildade não tinha sido um dos meus pontos fortes em vidas passadas, e eu precisava me esforçar para aprimorar essa virtude.
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      “Depois de muitos meses de viagem, os números em nosso grupo diminuíram ainda mais. Finalmente, encontramos um lugar onde pudemos ficar por um tempo. Nós tínhamos viajado por muitas terras estéreis e finalmente nos encontramos em um pequeno oásis tropical. Havia água e fruta. Além disso, as caravanas viajavam por esta área e trocavam de bom grado seus alimentos básicos por uma cura, frutas secas e quaisquer outros serviços que pudéssemos oferecer.
     O oásis era muito grande e nós poderíamos estar longe de onde as caravanas abasteciam suas águas. Portanto, somente aqueles que seguiram um chamado interno realmente chegaram ao nosso acampamento. Normalmente, um ou dois de nós iria para a área das águas oferecer um serviço. Vários membros do grupo podiam ler auras muito bem. Eles sempre iam junto para ver se havia perigo. Nós estávamos ficando mais sábios e mais cuidadosos.
     “Após cerca de seis meses, senti que era hora de seguir em frente novamente. Desta vez eu não esperaria muito tempo. A palavra do nosso trabalho se espalhou e muitos vieram especialmente para serem curados ou para aprender. No entanto, houve problemas crescentes com os líderes da caravana que temiam que fôssemos de alguma forma uma ameaça.
Havíamos encontrado um vale com água a dois dias de caminhada. Poderíamos ir ao oásis apenas para o comércio enquanto continuávamos nossas outras atividades a uma distância segura. Eu me perguntava quando a perambulação cessaria. Estaríamos para sempre destinados a nos afastarmos para não ofender os outros?
     “A transferência de locais foi muito fácil. Todos nós fizemos a nossa parte. Nós poderíamos ver agora que este era um lugar muito melhor. Havia um pequeno riacho que se elevava do chão no topo de uma colina baixa e permanecia na superfície o tempo suficiente para formar uma piscina de bom tamanho antes de se tornar novamente subterrâneo.
     Uma das mulheres do grupo deu à luz a uma criança do sexo masculino. Nós então tivemos nosso primeiro cidadão natural. Cidadão de quê, eu não sabia, mas parecia que algum tipo de comunidade estava começando a se formar. Eu não sabia como as pessoas novas chegavam lá, mas elas vinham regularmente.
     Alguns deles ouviram falar de nós dos comerciantes e, de alguma forma, a palavra se espalhou para outros. Alguns vieram por orientação divina, pois não conseguiam lembrar como haviam nos encontrado.
     “Então, um dia, um príncipe de uma terra distante veio até nós com vários de seus guarda-costas. Eu tive um sentimento incerto sobre este evento. Eu sabia que isso levaria a algum novo desenvolvimento, e eu não achava que me importaria muito com isso.
     No entanto, eu estava lá para seguir instruções internas, e eu estava começando a ficar em paz, permitindo que cada novo desenvolvimento fosse formulado por conta própria. O príncipe começou a vir regularmente. Ele tinha uma doença genética rara que ele acreditava que eu poderia curar. Ele veio até nós por causa de um sonho e me reconheceu instantaneamente. Eu disse a ele que seu Karma ditou essa doença para ele, e sua tarefa era cumprir esse karma.

Uma vez que seu karma estivesse equilibrado, a doença seria curada. No entanto, eu não sabia se essa cura viria na vida ou na morte. Eu gostava muito do príncipe e estava tendo problemas para manter minha objetividade. Eu tive que constantemente me lembrar de aceitar a decisão de sua Alma e não ter medo ou tristeza.
     “O príncipe e eu conversamos muitas vezes. Ao examinarmos suas outras vidas, descobrimos que ele  não podia ver o sofrimento dos outros. Portanto, nesta vida seu coração não era de elasticidade suficiente. Finalmente decidimos que, a fim de equilibrar seu karma, ele deveria viver entre seu povo como camponês por um ano.
     Sentimos que, se ele sobrevivesse, sua condição melhoraria - se ele se permitisse reconhecer e sentir simpatia pela dor do outro. O pai do príncipe, claro, não ficou feliz com esse acordo, mas faria qualquer coisa para tentar curar seu filho. Eu deveria viajar com ele sempre que pudesse. Isso significaria dificuldades consideráveis, já que a jornada era longa e perigosa, mas senti que devia continuar enquanto o Caminho se desenrolava.
     “Depois de quase um ano, o príncipe já estava muito melhor. Logo sua cura estaria completa e ele voltaria para ajudar seu pai a governar. Isso não era cedo demais, já que o pai era muito velho e pronto para deixar o plano físico. Tentei preparar o príncipe para essa possibilidade, mas ele resistiu a ouvi-lo.
     Eu temia que esse fosse o teste final e mais difícil para o príncipe. Ele havia se tornado um homem muito querido e eu tinha certeza de que ele seria um governante gentil e justo. Eu duvidava que ele pudesse alcançar a sabedoria de um faraó, mas ele iria cumprir seu destino com o melhor de seu potencial. Isso era tudo que se podia fazer em qualquer vida.
3ª Parte publicada em breve
Suzanne Lie.



Tradução: Regina Drumond -reginamadrumond@yahoo.com.br

CONSCIÊNCIA CÓSMICA